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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Relativo ao REIKI baseado em evidencias cientificas

Energia liberada pelas mãos consegue curar malefícios, afirma pesquisa da USP

Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.

 


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Depoimento de parto normal após duas cesáreas

Nunca pensei que iria escrever um relato de PN,ainda mais de um VBA2C...
A DPP era dia 09/01 quando completaria 40 semanas,mas na madrugada do dia 01/01 comecei a sentir leves contrações,já dava pra saber que o dia de ver meu filhote estava próximo,fiquei até a tarde sentindo as contrações bem leves e espaçadas mas achei melhor comunicar minha doula Rose(tbm enfermeira obstetra),que veio imediatamente verificar minha dilatação,ainda estava com colo grosso,fechado,então ela disse que seriam os pródomos.
Ela voltou umas 20:30 da noite e estava com 3 cm,era o início do TP,passamos a madrugada toda juntas,eu rebolava na bola(que alívio que dava),tomava banho quente e recebia massagens nas costas a cada contração,Rose tem mãos de anjo,rsrs...Ela usou uma técnica chamada reike para relaxamento,que eu não conhecia e foi muuuito bom,pois consegui cochilar e dar uma animada para enfrentar o resto do TP...
Chegando na manhã do dia 02/01,outro toque,estava com 6 cm,hora de avisar a GO e ir pro hospital.Chegando lá por volta das 10:00,fiquei com medo de não conseguir,de estacionar minha dilatação e outras coisas que pudessem acontecer pra eu ter que ir pra "faca",mas a Rose sempre me dando a maior força com palavras positivas e me ajudando a fazer os exercícios,que não foram poucos...Confesso que já estava cansada e tive medo que desistissem de mim,então fazia o máximo de esforço para que não percebessem esse meu cansaço.A GO vinha verificar a dilatação e estava evoluindo muito devagar,não pude tomar ocitocina por conta das 2 cesáreas prévia que tive,então toda vez que a médica entrava na sala me dava um gelo,fiquei com medo da frase que ela poderia a qualquer momento me dizer:"Sei do seu desejo do PN mas não vai ser possível,sua dilatação parou e como não podemos dar medicação para ajudar,não podemos esperar mais,teremos que fazer uma cesárea"......
Massssss.....Deus não colocou no meu caminho uma médica,colocou um anjo,que usou todas as alternativas para que eu conseguisse,então ela decidiu colocar um pedacinho de misoprostol no colo do meu útero,e a partir daí minhas contrações engrenaram e ficaram ritmadas,agora sim,comecei a sentir confiança em mim mesma e tirei aqueles pensamentos pessimistas da cabeça...Depois de uns 30 minutos,ela voltou e mandou fazer força a cada contração e assim o bebê foi descendo,minha bolsa rompeu e minha dilatação já estava quase completa,quando fui para sala de parto normal,foi difícil chegar lá,pois fui andando e me deu muita vontade de fazer força e parecia que o bebê estava quase saindo,então deitei na maca e depois disso foi muito rápido,fiz umas 2 forças e a médica falou que teria que fazer um cortinho bem pequeno,pois estava muito cansada e assim não forçaria ainda mais meu útero,eu nem queria saber de nada disso,eu queria mais é que meu filho nascesse logo,as dores estavam intensas e a Rose sempre ao meu lado segurando minha mão,então foi mais  umas 2 forcinhas e saiu meu bebê que veio direto pra cima de mim,me deram um paninho pra limpar ele e enquanto a médica terminava de tirar a placenta e dar os pontinhos,eu ficava admirando ele e ainda sem acreditar que estava com meu filho nos braços sem ter feito um corte na barriga...Momento mágico,estava fora de mim,era exatamente como me diziam,a dor acabou!!!Era só felicidade!!!
Não pude fazer um parto natural,de cócoras como eu queria,pelo fato de ter 2 cesáreas e a médica achou melhor assim,eu nem questionei,só queria que meu filho nascesse de PN,e consegui,claro que com a ajuda de anjos que Deus colocou no meu caminho como a Rose,que ficou todo o tempo comigo,me fazendo suportar o TP que foi mais cansativo do que doloroso e tenho certeza de uma coisa:sem ela eu não teria conseguido,por isso a doula tem uma importância excepcional (ela pariu junto comigo),e a dr.Izilda Puppo,que em nenhum momento disse que eu não iria conseguir,fez tudo que podia pra que eu conseguisse....
Queria relatar meu parto com mais detalhes mas agora com 3 filhos o tempo fica um pouco mais curto...
Leonardo nasceu as 13:52 com 47 cm e 3.300.
Realmente não dá pra explicar que sentimento que é esse,não consigo achar palavras para descrever oque estou sentindo,só posso dizer que sou uma outra pessoa depois do meu VBA2C..
E gostei muito de uma frase que li em um dos relato que dizia mais ou menos assim:
"Tive 2 cesáreas traumatizantes,enterradas com um lindo parto normal..."
E foi assim,esse momento mágico que vou levar na memória por toda minha vida,e cheguei a pensar que não conseguiria,mas sim,EU CONSEGUI....................

sábado, 7 de janeiro de 2012

Compressão da mama para ajudar o bebê extrair o leite.

Mais um texto para ajudar as mães que amamentam...

O propósito da compressão da mama é dar continuidade ao fluxo de leite para o bebê quando este suga sem retirar o leite – conhecida como nutrição não nutritiva. Retirar o leite da mama (Tipo de sucção: “boca bem aberta – pausa – boca fechada” – veja também os vídeos no website: www.drjacknweman.com) significa que o bebê enche sua boca com leite e se o bebê não consegue, a mamãe pode usar as compressões para ajudá-lo e manter o fluxo de leite para o bebê. As compressões simulam o reflexo de ejeção (descida do leite que as nutrizes experimentam durante a amamentação ou quando o bebê chora – embora algumas mulheres possam não sentir). A técnica pode ser útil para:
1-      Bebê com dificuldade para ganhar peso
2-      Cólica em bebê amamentado no peito
3-      Mamadas frequentes ou longas
4-      Lesões nos mamilos
5-      Bloqueio de ductos ou mastite recorrentes
6-      Encorajar bebê sonolento a continuar a sugar e extrair o leite.
7-      Ajudar o bebê “preguiçoso” ou aquele quer apenas “chupetar” (para se acalmar). Incidentalmente os bebês respondem ao fluxo de leite.
A compressão não é necessária se tudo estiver correndo bem. Quando a amamentação está acontecendo dentro dos padrões normais a mãe deve permitir que o bebê termine a mamada em uma mama e depois deve oferecer a outra. Como saber quando o bebê já terminou de um lado? Quando ele apenas suga (sucção rápida e sem pausa) e não deglute. As compressões ajudam a extrair o leite.
Neste sentido, a aplicação de pressão funciona particularmente bem nos primeiros dias para ajudar o bebê a conseguir mais colostro. Eles não precisam de muito colostro, mas precisam de alguma quantidade. Uma boa pega e as compressões são suficientes para a extração.
Pode ser útil saber que:
1-      Um bebê com uma boa pega consegue mais leite do que aquele cuja pega não está adequada. Uma pega “pobre” possibilita a extração do leite apenas quando o fluxo é rápido. Assim, muitas mães e bebês conseguem se dar bem mesmo na ocasião de uma pega “ruim”, uma vez que muitas produzem leite em abundância. Entretanto, a nutriz pode pagar o preço: Lesões no mamilo, bebê com cólica e/ou bebê que está constantemente ao seio (mas sugando apenas em uma pequena parte do tempo).
2-      Nas primeiras 3-6 semanas de vida muitos bebês tendem a adormecerem enquanto mamam e o fluxo de leite é lento, não necessariamente quando eles conseguem leite suficiente, são “preguiçosos” ou querem “chupetar”. Após esta idade, eles começam a soltar o seio quando o fluxo de leite diminui. Contudo, alguns podem soltar a mama mesmo quando ainda são muito jovens (nos primeiros dias) e outros podem adormecer quando o fluxo de leite é mais lento mesmo no 3º/4º mês.

Compressão da mama – Como fazer?
1-      Segure o bebê com um braço
2-      Apoie o seio com a outra mão, envolvendo-o com o dedão em um lado da mama (na parte superior é mais fácil) e os outros dedos próximos à parede torácica
3-      Observe o bebê mamando (veja os videos em www.nbci.ca) sem a necessidade de monitorar todas as sucções. O bebê consegue uma quantidade substancial de leite quando utiliza o tipo de sucção “boca bem aberta – pausa – fecha a boca”.
4-      Quando o bebê suga sem extrair o leite, faça a compressão para aumentar a pressão interna da mama. Não deslize seus dedos pelo seio em direção ao bebê, apenas aperte e solte. Não aperte muito para não machucar e tente não alterar a forma da aréola (parte escura ao redor do mamilo). Com a compressão o bebê deve começar a sugar e extrair leite novamente com o tipo de sucção “boca bem aberta – pausa – fecha a boca”. Use a pressão enquanto o bebê suga e não extrai o leite – sucção não-nutritiva.
5-      Mantenha a pressão enquanto o bebê suga sem retirar leite e então solte. Desfaça a pressão se o bebê parar de sugar ou se ele voltar a sugar sem extrair o leite. É comum que o bebê pare de sugar quando a pressão é a aliviada, mas ele volta a mamar em seguida com o maior fluxo de leite. Se o bebê não parar de sugar quando você soltar a pressão, espere um tempo para pressionar novamente.
6-      A razão para aliviar a pressão é permitir que sua mão descanse e fazer com que o fluxo de leite se estabeleça novamente. O bebê, se ele pára de sugar quando você desfaz a pressão, voltará a sugar quando sentir o gosto do leite.
7-      Quando a sucção recomeça, ele pratica a sucção “boca bem aberta – pausa – fecha a boca”. Se isto não acontecer, faça nova compressão.
8-      Continue de um lado até que o bebê não consiga extrair mais leite, mesmo com as compressões. Você deve permitir que o bebê fique deste lado por um tempo até que você sinta o leite descer (reflexo de ejeção) e o bebê começar a sugar e retirar o leite sozinho. Se o bebê não consegue mais leite, deixe-o parar e tire-o do seio.
9-      Se o bebê quer mais, ofereça o outro lado e repita o processo.
10-   Você pode querer (a não ser que tenha fissuras e rachaduras nos mamilos) mudar de lado várias vezes.
11-   Trabalhe para melhorar a pega do bebê
12-   Lembre-se: faça a compressão apenas quando o bebê suga sem extrair leite. Espere que ele reinicie a sucção. Não pressione quando o bebê de fato tiver parado de sugar.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O que é humanização do parto?

Durante a gestação, mulheres costumam buscar informações sobre todos os detalhaes da hora “H”. Existem diversos tipos de parto, entre eles o chamado humanizado, que ficou famoso por ser opção de celebridades e constantemente citado na mídia. Mas o que é humanizar o nascimento do filho?

De acordo com o obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, Dr. Marcos Tadeu Garcia, parto humanizado é toda e qualquer forma de nascimento que privilegie a mamãe e o bebê, atendendo suas expectativas e necessidades nesse momento tão importante. “Humanizar é utilizar o mínimo de intervenção possível na assistência. É respeitar o ritmo da gestante e do filho”, explica o especialista.

Relaxe
Quando a mamãe opta pelo parto humanizado o ambiente para o nascimento deve ser tranquilo e aconchegante, com o menor número de pessoas possível. Além disso, música ambiente, luz baixa e cromoterapia podem compor o cenário. A gestante tem direito ainda a métodos não farmacológicos para aliviar a dor, como pilates, acupuntura ou banhos de imersão relaxantes.

“Com a humanização, a mulher decide detalhes importantes como o uso da anestesia, presença do acompanhante, remédio para acelerar as contrações e após o nascimento ainda não perde contato com o bebê, que vai ao peito, para mamar, já na primeira hora de vida e recebe os primeiros cuidados no mesmo ambiente”, complementa Dr. Marcos.

Nascer em casa
Apesar da moda, dar à luz em casa não é recomendado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo. As Casas de Parto também só devem ser utilizadas quando a mulher não teve nenhum problema durante a gestação, já que são capacitadas somente para ocorrências de baixo risco, sem a assistência médica de uma maternidade completa.

Para Dr. Marcos a maior preocupação deve ser com a assistência durante o parto: “O procedimento deve ser realizado em hospital. Se o pequeno tem algum problema durante o nascimento os pais terão dificuldade para interná-lo e esse tempo de espera pode ser perigoso.”

No acompanhamento pré-natal a mamãe deve pensar e debater com o médico o assunto. Algumas radicais optam por parto livre de qualquer medicamento, ou só com anestesia, mas uma cesariana de emergência não pode ser descartada.

“Humanizar o nascimento é ter sensibilidade, olhar diferente e saber ouvir e enxergar as possibilidades e os limites da parturiente. É entendê-la, respeitando suas crenças, valores morais e culturais”, finaliza o obstetra.

http://semprematerna.uol.com.br/gravidez/parto-humanizado-reune-tecnicas-de-relaxamento-em-ambiente-aconchegante
Ilustração/Foto: Shutterstock
Publicado em: 03/01/2012

Durante a gestação, mulheres costumam buscar informações sobre todos os detalhaes da hora “H”. Existem diversos tipos de parto, entre eles o chamado humanizado, que ficou famoso por ser opção de celebridades e constantemente citado na mídia. Mas o que é humanizar o nascimento do filho?

De acordo com o obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, Dr. Marcos Tadeu Garcia, parto humanizado é toda e qualquer forma de nascimento que privilegie a mamãe e o bebê, atendendo suas expectativas e necessidades nesse momento tão importante. “Humanizar é utilizar o mínimo de intervenção possível na assistência. É respeitar o ritmo da gestante e do filho”, explica o especialista.

Relaxe
Quando a mamãe opta pelo parto humanizado o ambiente para o nascimento deve ser tranquilo e aconchegante, com o menor número de pessoas possível. Além disso, música ambiente, luz baixa e cromoterapia podem compor o cenário. A gestante tem direito ainda a métodos não farmacológicos para aliviar a dor, como pilates, acupuntura ou banhos de imersão relaxantes.

“Com a humanização, a mulher decide detalhes importantes como o uso da anestesia, presença do acompanhante, remédio para acelerar as contrações e após o nascimento ainda não perde contato com o bebê, que vai ao peito, para mamar, já na primeira hora de vida e recebe os primeiros cuidados no mesmo ambiente”, complementa Dr. Marcos.

Nascer em casa
Apesar da moda, dar à luz em casa não é recomendado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo. As Casas de Parto também só devem ser utilizadas quando a mulher não teve nenhum problema durante a gestação, já que são capacitadas somente para ocorrências de baixo risco, sem a assistência médica de uma maternidade completa.

Para Dr. Marcos a maior preocupação deve ser com a assistência durante o parto: “O procedimento deve ser realizado em hospital. Se o pequeno tem algum problema durante o nascimento os pais terão dificuldade para interná-lo e esse tempo de espera pode ser perigoso.”

No acompanhamento pré-natal a mamãe deve pensar e debater com o médico o assunto. Algumas radicais optam por parto livre de qualquer medicamento, ou só com anestesia, mas uma cesariana de emergência não pode ser descartada.

“Humanizar o nascimento é ter sensibilidade, olhar diferente e saber ouvir e enxergar as possibilidades e os limites da parturiente. É entendê-la, respeitando suas crenças, valores morais e culturais”, finaliza o obstetra.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Técnicas de massagem no períneo para evitar episiotomia

Laceração, como evitar: Massagem do períneo.



PROTEJA SEU PERÍNEO...DIGA NÃO A EPISIOTOMIA!!!




Essa massagem se refere a uma parte do períneo superficial e á parte inferior do períneo profundo que pode ser sentido na entrada da vagina.
é um meio de preparar uma parte desses músculos ao estiramento ocasionado pela expulsão do bebê. E também um meio de minimizar o risco de lesão durante o parto.


Um outro objetivo da massagem é o de alongar os músculos do assoalho pélvico e dessensibilizá-los para que você possa empurrar sem ser incomodada pela sensação de ardor ocasionada pela expulsão.


Por fim, a massagem permite à mãe entrar em contato com essa região do corpo que muitas mulheres ignoram e não ousam tocar.
Para ser eficaz, a massagem deve ser praticada uma vez por dia, a partir da 32° semana.


O companheiro também pode se encarregar disso. Basta que ele esteja atento aos sinais que a mulher mostra...De aceitação ou não.
Durante a massagem, imagine os músculos que se relaxam e repita mentalmente: "Eu abro minha passagem para o meu bebê. Meu períneo está flexível e relaxado."


Essa massagem de três a quatro minutos pode ser praticada durante um banho quente de banheira, sob a ducha ou na cama.
Se você tem dificuldade para localizar o períneo e a abertura da vagina, instale-se confortavelmente sobre travesseiros e, com a ajuda de um espelho, examine as diferentes partes da vulva. A massagem será feita na região do períneo situada entre a abertura da vagina e o ânus.


Para ajudá-la, utilize um óleo de amêndoas suave, manteiga de cacau, vitamina E ou um lubrificante natural.


Contraindicação


Não pratique a massagem do períneo se você teve lesões ou herpes ativa durante a gravidez atual, ou suas membranas se romperam prematuramente. 


 




Etapas da Massagem


1- Lave bem as mãos.
2- Umedeça com óleo o períneo e a borda inferior da vagina.
3- Insira i dedo indicador e o dedo médio ou o polegar no interior da vagina (ilustração 7).
4- Apoiando no assoalho pélvico, faça semicírculos em direção do ânus e das laterais durante 30 segundos.
5- Delicadamente, relaxe a abertura apoiando e estirando, com a ajuda do dedo indicador e do dedo médio, até que você sinta uma ligeira sensação de queimação ou de formigamento (ilust. 8).
6- Mantenha essa pressão e esse estiramento durante um minuto para que a região fique dormente. (ilustração 9)
7- Durante 30 segundos, massageie entre o dedo indicador e o polegar a pele fina que cobre a borda inferior da vagina.
Você pode constatar os efeitos depois de duas a três semanas da massagem. (ilustração 9).
8- Massageie o períneo durante 30 segundos fazendo movimentos circulares ou de varredura. Se for o caso, concentre seus movimentos na cicatriz de uma episiotomia anterior, pois esse tecido é menos elástico. (ilustração 10).
9- Lave as mãos e a vulva.


Relaxe os músculos do rosto, da boca e das pernas durante a prática da massagem. Visualize o períneo que se estira e repita mentalmente: " Eu abro a passagem para meu bebê. Meu períneo está flexível e relaxado".


Os músculos que serão estirados durante o nascimento poderão retomar sua forma graças aos exercícios para os músculos do períneo.


Mais sobre o períneo...


O períneo é uma das regiões do corpo muito importantes de ser cuidada durante a gestação. Um períneo com boa elasticidade e força se expande no momento da saída do bebê sem sofrer laceração. O uso de óleo no corpo, o consumo de ghi e azeite de boa qualidade são bons parceiros da massagem perineal em um bom pré-natal.

Aqueça em banho-maria um pouco de óleo de gergelim puro prensado a frio ou ghi.
Deite se com uma toalha velha em baixo do quadril para não correr o risco de manchar a cama ou os lençóis. Se você tiver um parceiro e ele quiser realizar a massagem é mais fácil, mas você mesma pode aplicá-la. Molhe a ponta dos dedos no óleo morno e passe em toda a região do períneo, que une o ânus à vagina, lubrificando-o. Com os dedos indicador e médio abra a musculatura da vulva e deslize os dedos ao longo dela. Vá aumentando a intensidade da abertura e sinta a musculatura sendo estendida. Nos primeiros dias faça uma massagem suave com intuito de hidratar. Após os 3 primeiros dias aumente a intensidade da abertura.
O movimento é tanto de deslizamento como de expansão no sentido das laterais do
corpo, como se você quisesse ampliar o diâmetro do espaço delimitado pelos músculos. Realize a massagem continuamente com bastante óleo, aumentando a intensidade aos poucos e de vagar. Não tenha, porém, medo de ser intensa. Lembre que a cabeça de um bebê vai passar por alí e a região deve estar bem preparada para estirar sem lacerar.

Observe a ilustração

Você pode massagear toda a musculatura dando ênfase à parte superior do oito de músculos e à parte de ligação com o ânus. Pratique todos os dias de 5 a 10 minutos nos últimos dois meses de gestação.

Óleo de gergelim
É muito popular na Índia e extremamente utilizado no Ayurveda devido ao seu benéfico efeito de controlar o elemento ar. Nutre principalmente os sistemas nervoso e ósseo (o que inclue unhas e cabelos) e alivia dores musculares.
Untuoso, pesado, doce, adstringente, amargo, quente e potencializador do elemento fogo. Devido ao seu aspecto untuoso aumenta a elasticidade da pele. É antioxidante e muito benéfico para ser usado em crianças em fase de crescimento e idosos porque fortalece o sistema ósseo. Pode ser misturado a óleos essenciais (para uso externo) ou medicado com ervas, direcionando o efeito do tratamento.

Ghi (manteiga clarificada)
O ghi é a gordura da manteiga, amplamente usado no Ayurveda. É resfriante, leve, penetrante e o melhor veículo para ervas. Equilibra o elemento fogo no corpo.
Nutre o sistema nervoso, a libido, o sistema imunológico, alivia queimaduras e hidrata pele ressecada. Pode ser usado interna e externamente. Em pequenas quantidades, no uso interno, aumenta a capacidade digestiva.

Usos do ghi na gravidez: é um dos principais alimentos, pois seu uso interno em pequenas quantidades (1 colher de sopa no almoço e 1 colher de chá à noite) fortalece o sistema digestivo, nutre o bebê que está se formando e lubrifica os
canais do corpo da mulher.
 



por Maíra Duarte 


Ainda não se convenceu?! Leia mais...






 

Massagem perineal para prevenção de lacerações no parto

A massagem no períneo no período pré-natal tem-se mostrado eficaz na prevenção da necessidade da episiotomia e na diminuição das lacerações que a mulher pode ter durante o parto.
Há dados na literatura médica que comprovam o benefício da massagem perineal. (leia artigo publicado em 2008, no Israel Medical Association Journal)
Essa técnica é usada para ajudar no alongamento/flexibilidade e preparar a pele do períneo (parte de pele, músculos etc. entre a vagina e o ânus) para o parto.


Essa massagem não vai apenas preparar o tecido do seu corpo, mas vai também permitir que você conheça e aprenda sobre as sensações do parto e como controlar esses poderosos músculos. Este conhecimento a auxiliará ao preparar-se para dar à luz o seu bebé. O conhecimento do que você sente nessa região do corpo vai ajudá-la a manter-se relaxada e a relaxar o períneo no parto e também durante outros exames vaginais que tenha que fazer em sua vida.


INSTRUÇÕES:


- Você deve iniciar a massagem perineal com aproximadamente 34 semanas de gestação. Massageie todos os dias por 5 a 10 minutos.


- Encontre um lugar onde se possa sentar e estar sozinha, ou com seu parceiro, ininterruptamente.


- Tente ver seu períneo com ajuda de um espelho, note como ele é. Nem sempre será necessário um espelho para essa tarefa!


- Pode usar compressas com toalhas mornas no períneo por 10 minutos, ou tomar um banho morno (de banheira, assento, ou chuveiro, em último caso), caso precise relaxar.


- Lave as suas mãos e peça ao seu companheiro para fazê-lo também, caso ele a ajude nas massagens.




- Lubrifique seus dedos polegares e o períneo. Você pode usar muitos tipos de lubrificantes: Gel Lubrificante Íntimo (encontrado nos hipermercados e farmácias), KY Gel®, óleo de vitamina E, óleo vegetal puro, óleo de semente de uva.


- Coloque seus dedos polegares um pouco dentro de sua vagina, empurre-os para baixo e pressione para os lados. Deve sentir um leve estiramento, formigamento, ou uma leve queimação, mas nada que seja dolorido. Mantenha esse movimento por 2 minutos ou até que região fique levemente adormecida.


- Se sofreu uma episiotomia ou lacerações prévias, preste especial atenção ao tecido de cicatrização que, geralmente, não é tão elástico e é onde a massagem deve ser feita mais intensamente, com cuidado.


- Massageie em volta e por dentro da região mais externa da vagina e seus tecidos, onde ela se abre, e mantenha sempre a lubrificação.


- Use seus polegares para puxar um pouco os tecidos, forçando-os a abrirem-se, imagine como seria se a cabeça do seu bebé estivesse fazendo esse movimento na hora do parto.


- Se seu parceiro estiver fazendo a massagem, pode ser muito útil que ele use os polegares. A sensação pode ser mais bem percebida por você, mas não deixe de guiá-lo com suas sensações para que ele saiba qual a pressão que deve utilizar. Nesta massagem, quando ela está sendo feita pelas primeiras vezes, é comum que seja possível usar somente um dedo, até que a musculatura seja trabalhada e possa ser estendida.


ATENÇÃO:


1. Evite mexer no ou abrir o orifício da uretra (logo acima da vagina) para evitar infecções urinárias.


2. Não faça massagens no períneo se você tiver lesões ativas de herpes (isso pode causar o aumento da área das lesões).


3. Pode começar essas massagens em torno da 34a semana de gravidez. Se já passou da 34a semana e ainda não começou, não desista! A massagem pode trazer-lhe benefícios ainda assim. Pode fazê-la pelo menos uma vez por dia.


4. Lembre-se que a massagem sozinha não vai proteger seu períneo, mas ela é parte de um grande esquema. Escolher uma posição vertical para parir (de cócoras, de joelhos, sentada etc.) favorece a distribuição de pressão no períneo. Se escolher parir deitada de lado, isso também reduz muito a pressão no períneo. Deitada de costas, totalmente na horizontal, é a posição para parir em que há mais chances de se provocar lacerações e necessidade de episiotomia.


Exercícios de Kegel e fortalecimento da musculatura pélvica


 


Contraia seus músculos da pelve por três segundos, depois relaxe por três segundos. Faça isto de 10 a 15 vezes por dia. Você pode fazer os exercícios de Kegel deitada, mas também pode fazer durante outras atividades diárias, como sentada durante uma refeição, andando de carro ou falando ao telefone.


Use óleos de preferência a base vegetal, podendo ser inclusive azeite.

Fonte: http://douladrikacerqueira.blogspot.com/2011/02/massagem-perineal-para-prevencao-de.html 

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Produzida por amigas do Parto

Métodos para alivio da dor no trabalho de parto - Parte I


A dor durante o trabalho de parto é universal: parir foi e é considerado doloroso por quase todas as culturas do mundo. Em nossa cultura, predominantemente judaico-cristã, as dores no parto são vistas como um castigo de Deus a Eva e suas descendentes pelo pecado original: "Multiplicarei as dores de tua gravidez, será na dor que vais parir os teus filhos" (Gênesis, III, 16).


A hospitalização do parto, levando-o a ser considerado um evento médico-cirúrgico, e a percepção cultural de que toda dor é um sintoma de doença e deve ser suprimida, resultaram na crença de que a dor no parto é dispensável e sem valor, e deve ser curada com equipamentos e tecnologia apropriados.

No entanto, muitas mulheres demonstram o desejo de lidar com a dor no trabalho de parto e parto sem intervenções farmacológicas. Isso se deve ao desejo de pouca interferência no processo fisiológico do nascimento, de “estar no controle”, de ter escolhas, de ser encorajada a confiar no corpo para superar a barreira da dor por seu próprio ritmo natural. Também pelo medo de efeitos colaterais que possam afetar a criança, já que a mulher passa a gestação inteira sendo alertada quanto aos perigos do uso de qualquer medicação para seu filho.

Não é possível prever a intensidade da dor para cada parto. Cada mulher é única e cada parto é vivenciado de forma única. Diversos fatores podem influenciar a intensidade da dor sentida por uma parturiente, como a tensão, a ansiedade e o medo do parto, a motivação para o parto e a maternidade, a paridade (primíparas referem mais dor que multíparas), a participação de cursos de preparação para o parto, a idade da paciente, o nível sócio-econômico, o antecedente de dismenorréia (cólica menstrual), o tamanho do feto, o peso da parturiente, a hora do parto, outras experiências dolorosas vivenciadas antes do parto, a posição da parturiente durante o trabalho de parto, o uso de drogas para induzir ou aumentar as contrações uterinas, além de normas sociais que também podem influenciar o julgamento da intensidade da dor.

Mesmo quem não pretende utilizar nenhum método para alívio da dor no trabalho de parto e parto, precisa conhecer os disponíveis. Em algumas situações pode haver necessidade e, conhecendo as alternativas, pode-se participar da escolha do método. 

Para escolher os métodos analgésicos que podem ser utilizados, devem ser considerados riscos, benefícios e também o desejo da parturiente. Lembrando que um alívio total da dor não necessariamente implica em uma experiência de parto mais satisfatória. O importante é que a parturiente se sinta segura e confortável. Conversar com a equipe de assistência e incluir os métodos de preferência e os que NÃO deseja utilizar no “plano de parto” é essencial. 

Pensando no conforto, mais que no alívio da dor em si, inicio com algumas “dicas”para as parturientes. Essas dicas são baseadas em um texto da internet (infelizmente perdi a referência) e na prática de acompanhar gestantes. A seguir, apresento as técnicas não farmacológicas mais estudadas de maneira “científica” com alguns comentários e, finalmente, comento as técnicas farmacológicas.

30 medidas para o conforto durante o trabalho de parto:
A parturiente pode tentar todas as que quiser. Certifique-se de sentir-se confortável. O que propicia uma deliciosa sensação de alívio para uma mulher pode não servir para outra. E, com o avanço da dilatação, o que antes parecia confortável torna-se incômodo. Tanto a mulher quanto seus acompanhantes devem estar prontos para ir mudando as técnicas.



Ambiente: 
· Pouca luz
· Som “pacífico” (parecem ser melhores os sons da natureza (como pássaros, água correndo, ondas), mas os naturais mesmo, não gerados por sintetizador).
· Privacidade (em alguns locais isso é um pouco difícil, mas pode ser conseguido com um “isolamento” com cortinas improvisadas com lençóis, por exemplo.
· Aconchego
· Música

Físico:
· Caminhar
· Balançar a pelve
· Deitar sobre travesseiros
· Dançar “música lenta” com o parceiro
· Sentar na “bola de parto”
· Levantar o abdômen

Toque:
· Massagem
· Tapinhas no local da dor
· Afagar/ acariciar
· Contrapressão na região lombar
· Do-in

Calor:
· Banho de banheira
· Banho de chuveiro 
· Compressas quentes

Frio: 
· Compressas frias
· Tecido frio para colocar no rosto

Cognitivo: 
· Visualização
· Afirmação
· Atenção na própria respiração
· Padrões de respiração
· Não focar a atenção em nada (atenção a todos os sons, cheiros, sensações táteis sem focar)
· Rezar

Outros:
· Aromaterapia
· Cromoterapia 
· Vocalização 
· Acompanhante ao parto

Técnicas:
Não Farmacológicas
São técnicas que não utilizam remédios ou drogas. O alívio da dor que proporcionam é menor do que o obtido com as técnicas farmacológicas, mas, geralmente, não tem contra-indicações ou efeitos colaterais.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sugiro que deem uma olhadinha nesse video, mto lindo...

www.youtube.com
Tratto dal film "NASCERE e SHANTALA , la nascita senza violenza e il massaggio del bambino" . Quando i bambini vengono al mondo, invece di respirare semplice...